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Porque está lá

Ainda não foi desta vez que parei. 

 

Não fico pensando muito em como foi minha caminhada até aqui, e nem como eu entendia o mundo antes de começar a empreender. Foi há muito tempo, eu ainda estava na faculdade, e apesar de ótimo aluno, não tinha a menor noção do que significava fazer uma empresa. Mas também não tinha medo, nunca tive.
E, assim, fui. 

Foram 15 empresas nestes 35 anos. Muitas bem sucedidas, outras não. Mas tenha tido sucesso ou fracasso, nunca me afetei pelo passado quando era mordido novamente  pela mosca da próxima iniciativa. Só sentia que tinha
que fazer. 

 

Os “porquês” de eu me arrumar tanta confusão, inquietação, noites mal-
-dormidas, em tantos anos, podendo já há tempos só aproveitar a vida?
A motivação muda. Desde a inicial “pobre, esperto, e com muita vontade de ficar rico”, até a de ser exemplo para meus filhos, tive várias. Mas talvez tenham sido só desculpas para simplesmente fazer,  como foi dito pelo alpinista Mallory: “because it’s there”. 

 

And it’s there again.

 

No início da internet comercial do Brasil, 1995, eu estava lá. E fui muito ativo, ajudei a desbravar o mato alto da época. Em curto período criei algumas empresas pioneiras, entre elas a que talvez tenha sido a primeira empresa
de marketing digital por aqui (Mlab, depois Neoris), o primeiro e-commerce (Booknet, com o Jack, e que depois virou Submarino), e o iBest, o mais importante prêmio da internet, e que depois virou provedor, e foi vendido
para a Brasil Telecom. 

 

E o iBest sempre foi uma paixão minha. Porque a função dele era única
– oferecia para as melhores iniciativas da internet a visibilidade necessária
para o crescimento, ao as autenticar com o selo de melhor do Brasil. E para os consumidores, era a bússola para se encontrar os melhores serviços. Um modelo diferente e que todo mundo tinha orgulho de participar.

 

Mas tivemos um ótimo comprador, e vendemos a operação. E o iBest, depois de cumprir sua missão ao transformar seus clientes em consumidores de banda larga da Brasil Telecom, teve o encerramento do seu vitorioso ciclo, há 12 anos. 

 

Só que bateu uma epifania há poucos meses - percebi que a missão do iBest seria muito melhor aplicada agora. Porque se antes a internet era o futuro, hoje ela rege o presente. Na época, ninguém usava a internet na potencialidade que ela podia oferecer, por exemplo quase ninguém comprava produtos ou serviços online, com medo de usar o cartão, imaginem. Só que hoje, com a digitalização (ainda mais acelerada) da economia, o uso é total, como todos sabemos e sentimos. 

 

E ainda, o número de iniciativas cresceu absurdamente. As opções para os consumidores nunca foram tantas e tão boas, com empresas super capitalizadas brigando pelos clientes em cada pequena segmentação viável de mercado. 

 

 E hoje o online não é somente sites, mas sim um complexo universo digital. Ou seja, sites, apps, Instagram, Youtube, Twitter, Facebook... Então, com tanta oferta, como conhecer os melhores em tantas plataformas?

 

E o iBest já cumpria bem um papel de expressar a opinião dos brasileiros sobre quais eram os melhores. Só que hoje a vontade de opinar - especialmente em redes sociais - só aumentou. 

 

Somando tudo, entendi que precisávamos ter um novo prêmio como o iBest, importante como foi, que apontasse a direção do mercado, seja como benchmark para as empresas, seja como bússola para os consumidores 
- em e-commerce, serviços, conteúdo e finanças. Um prêmio abrangente que permitisse a expressão do mercado em identificar os líderes e dar a estes
o selo de melhor, segundo os brasileiros; que possa viabilizar a passagem de informações para melhoria de serviços das empresas; e  que tivesse um enorme foco nas redes sociais, para maximizar a participação de todos. 

 

Fico feliz de falar com todos aqui que estou lançando mais uma iniciativa. Essa. 

 

E qual será a marca do novo prêmio? iBest. A mesma. Porque consegui reaver
a marca que mais gosto. Um grande presente, que vem junto com uma
enorme responsabilidade. 

 

Em setembro iremos começar a divulgar os finalistas. E se preparem, porque será um desafio complicado alguém conseguir adivinhar quem serão os dez melhores, mesmo em categorias que tenham proximidade. Porque estamos
em um mundo que tudo muda muito rápido, e os campeões de ontem não garantem posição de destaque hoje. 

 

Vai ser trabalhoso e divertido. E quero muito que todos os meus amigos de longa data, que participaram e curtiram aquela época linda do pioneirismo da internet do Brasil, possam ter de novo o prazer de participar conosco destas novas etapas. E que a nova geração possa descobrir também como foi bom,
na prática, vivendo esta nova experiência a partir de agora.

 

Eu vou estar aqui na cozinha, garantindo a festa, nesta nova empresa, com a mesma marca e missão do passado, em um mundo muito maior e mais complexo. E vou estar feliz. 

 

Because it’s there. 😊

Marcos Wettreich

CEO do iBest

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