História

A trajetória do prêmio

que mudou a internet brasileira

Desde a sua criação, o prêmio iBest trilhou um caminho que se confunde com a própria trajetória da internet no Brasil. Quando a premiação nasceu, em 1995, a rede mundial de computadores dava os primeiros passos para deixar de ser um meio de comunicação restrito ao meio acadêmico. Este cobiçado selo de qualidade que reconhecia os melhores (e mais influentes) sites surgiu com a expansão do mercado digital por aqui, e sempre refletiu suas mudanças.

 

O prêmio tem sua origem ligada à revista Internet World, uma das empreitadas da Mantel, de Marcos Wettreich. Um dos primeiros nomes fortes do boom da rede, o empresário é também reconhecido por ter sido sócio do site de ecommerce Booknet, que deu origem ao Submarino, e da agência digital Mlab, que se tornou a multinacional Neoris, entre outros negócios. Para estimular os profissionais que construíam a nascente web brasileira, assim como suas iniciativas, concebeu o Internet World Best - mais tarde encurtado para iBest. 

 

i_premio45.jpg

A primeira edição do iBest, divulgada em 1996, foi restrita, com apenas duas categorias: site corporativo e pessoal. Não havia ainda a votação popular, nem a festa que viria a marcar época como um “quem é quem” da internet brasileira nos anos seguintes. Porém, como em todo novo mercado, havia uma carência enorme de referências para guiar os novos players que chegavam, e logo a ideia pegou. Isso porque, além do troféu, os vencedores ganhavam o direito de ostentar o selo do prêmio em suas páginas. Motivado por esse prestígio, começava então o crescimento progressivo do prêmio.

 

No ano seguinte, o número de categorias já subiu para 12, com cerca de 1,2 mil sites inscritos. O público, que àquela altura se sentia parte de uma comunidade digital unida pela rede, foi convocado a escolher seus preferidos. Foram 30 mil participantes. Uma cerimônia de premiação, comandada pela atriz Marisa Orth, reuniu mil convidados com pompa no Moinho Santo Antônio, em São Paulo. Finalmente se firmava a vitrine definitiva para quem quisesse ter visibilidade e atrair negócios na internet, que ainda exigia altos investimentos.

 

Os números do prêmio passaram a crescer a cada edição. Na de 1999, 700 mil internautas se inscreveram para votar, o que posicionava o iBest em lugar único no mundo. Para se ter uma ideia, seu equivalente mais conhecido na época, o Webby Awards americano, tinha 115 mil votantes no mesmo ano. No iBest Brasil 2000, mais de 3 mil convidados lotaram a Via Funchal para assistir aos shows de Jorge Benjor, Sandra de Sá, Frejat, Ed Motta e Toni Garrido, numa cerimônia apresentada por Miguel Falabella e Denise Fraga.

 

No auge, o prêmio chegou a atrair mais de 3 milhões de votos. Superou o status de referência do mercado para virar um ponto de partida para guiar os próprios internautas na rede. E passou a mobilizar campanhas das empresas, ávidas para obter o selo que equivalia à consagração no topo do pódio entre seus concorrentes. 

Enquanto se expandia, a marca iBest percorria sua própria trajetória própria no ambiente de negócios brasileiro. Um dos principais lances aconteceu em 1999, quando o grupo de venture capital GP entrou na  sociedade e permitiu aporte de capital adicional para o prêmio, que pela primeira vez rompeu fronteiras e ganhou versões na Espanha e no México. Em 2001, foi a vez da Brasil Telecom entrar na sociedade, até assumir controle acionário total dois anos depois. Mais tarde, a empresa de se fundiu com a Telemar e, com isso, o iBest foi incorporado ao iG, provedor de acesso pertencente ao grupo.

 

Em 2006, o iBest passou a integrar o portal iG, e o prêmio foi temporariamente descontinuado. Retornou em 2008, para sua última edição até então.

 

Depois de 12 anos, uma nova empresa - a iBest Global, também comandada por Wettreich - traz de volta a proposta de desenvolver o maior prêmio da internet, e desta vez de forma mais abrangente e participativa. Na edição 2020, serão escolhidas as 53 melhores iniciativas digitais do país, numa seleção que passa a considerar a presença não somente em sites, mas também em apps, no YouTube, Facebook, Instagram e Twitter. 

 

Navegue pelo iBest

Sobre o iBest

Receba novidades

Siga o iBest

  • Instagram
  • Facebook
  • YouTube
  • Twitter - Black Circle
  • LinkedIn
  • Preto Ícone Instagram
  • Preto Ícone Facebook
  • Preto Ícone YouTube
  • Preto Ícone Twitter
  • Preto Ícone LinkedIn